O céus, ahhhh, os céus
Na luz,
Tão fofas nuvens,
Vapores flutuantes
Que capturam gotículas
E se espalham
Versejantes
Pelo infinito azulado
E a noite
Na completa escuridão,
Quando nossa estrela mãe
Se põe
Surgem as estrelas
Feitas de si mesmas
De macro explosões
E na finitude desses astros
No infinito galático
Do vácuo
Repleto de belos planetas
Repleto de nós.
Existimos, estamos sós?
Eliz Leão
Postado sexta, 12/04/2024
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 12/04/2024. A página antiga registra a data sem horário.