Eu sou, como qualquer outro ser,
Alguém que tenta ser melhor do que fui antes.
Não por me comparar aos outros, mas por me comparar a mim mesma no passado.
E nessa busca eu percebi que eu talvez não seja um milésimo melhor do que eu era.
Talvez, a gente só aprenda a deixar estar, para não se cansar, mais ainda, neste mundo que exige tanto de todos os tempo todo, e nos dá tão pouco sempre.
Eu tenho percebido, as exigências exarcebadas para que façamos qualquer coisa que seja.
Se cantar, se e
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pecialize,
Se escrever, e
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tude com os melhores,
Se ousar, aprenda o máximo que for.
Até que ponto isso é importante?
Deixe estar, todos temos o direito de nos expressar, como conseguimos.
A mãe que me gerou, não sabe ler e escrever até hoje.
O que eu sei e escrevo, pra ela, é ouro. E pra mim também é.
Num mundo, onde ousar ser melhor é um crime para os que tanto têm, ouse, doa a quem doer!
Postado domingo, 14/04/2024
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 14/04/2024. A página antiga registra a data sem horário.