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#dia

Postagens públicas e visíveis que usam esta marca. Boa para capítulos, diários de criação, séries e publicações em andamento.
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@novidadesliterunico há 1 ano
Público
Hoje, 1º de maio, é o Dia da Literatura Brasileira! Algumas formas de celebrar a data: Ler ou reler um autor brasileiro (clássico ou contemporâneo); Divulgar autores nacionais independentes; Compartilhar trechos ou poemas marcantes aqui no site e marcar o perfil @classicos 😍 #diadaliteraturabrasileira
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@novidadesliterunico há 1 ano
Público
Homenagem a Mário Beirão (1891–1965) Embora não seja tão amplamente lembrado hoje, teve uma certa relevância em seu tempo, especialmente por sua ligação com temas cívicos e o enaltecimento da pátria. #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@literunico há 1 ano
Público
#Dia 320 Inefabilidade Há coisas que o verbo profana ao tocar, Sentires que escorrem sem nome ou contorno. A Inefabilidade, ao invés de falar, Se assenta no peito, silêncio em retorno. Mais que a beleza, além da razão, É prece sem luz, é vertigem sem queda. É quando a emoção, por não ter noção Desfaz-se em presença que não se delega. O olhar se prolonga, o toque se ausenta, Não há palavra, ideia que comporte. Inefabilidade, ponte sedenta Entre o instante divino da carne mais forte. E quem nela habita, enfrenta a tormenta. Já viu, no indizível, o que acha que é sorte. Eder B. Jr.
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@novidadesliterunico há 1 ano
Público
Homenagem a Joaquim Pedro de Oliveira Martins (1845 –1894) Joaquim Pedro de Oliveira Martins , destacou-se por suas obras sobre a história de Portugal e por seu envolvimento no movimento intelectual e político do final do século XIX. Historia de Portugal Tomo I: <a href=" https://www.literuninho.com.br/books/459">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@literunico há 1 ano
Público
#Dia 319 Ambivalência No mesmo peito, o gozo e a penitência, No mesmo olhar, o brilho e a negação. Ambivalência é rara coexistência, Duas marés num contracoração. Sorri o lábio enquanto o pulso treme, Deseja o toque e teme o que virá. Ambivalência tem liberdade que se algeme Aprisionada entre o “não” e o “já”. Caminha incerta, firme em seu desvio, Refuta a paz, mas busca algum abrigo. É chama gélida, é lânguido arrepio, Que afaga e volta a ser contigo. E se por fim, pareça que partiu Ambivalência ainda busca o amor amigo Eder B. Jr.
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@tibianchini · há 1 ano
Uau! Adoro sonetos! E este é ritmado, musical, inspirado. As rimas todas bem encaixadas, lindas... e a rima da última tercina, "partiu" - fonética - sensacional. Uma delícia de soneto. Parabéns!
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Nuno Júdice (1949–2024). Poeta, ensaísta, ficcionista e professor, Nuno Júdice foi uma das vozes mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea. Com uma escrita que aliava erudição e sensibilidade, construiu uma obra vasta, profunda e luminosa, atravessando temas como o tempo, o amor, a memória e a linguagem. 50 Anos de Poesia – Antologia Pessoal: <a href=" https://www.literuninho.com.br/books/457">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Osório Duque-Estrada (1870–1927). Mais conhecido por ser o autor da letra do Hino Nacional Brasileiro, cuja versão definitiva foi oficializada em 1922, durante o centenário da Independência. A Arte de Fazer Versos: <a href=" https://www.literuninho.com.br/books/458">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Alberto de Oliveira (1857–1937) No rigor da forma e na pureza dos versos, Alberto de Oliveira eternizou a beleza da arte poética. Hoje, celebramos 168 anos do nascimento de um dos grandes mestres do Parnasianismo brasileiro. Trecho de seu poema "Vaso Grego": “Têm os poetas a alma dos escultores: Fazem na sombra o que eles na pedra fria.” Melhores Poemas Alberto de Oliveira: https://www.literuninho.com.br/books/456 #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@literunico há 1 ano
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#Dia 318 Romantismo Caminha com flores nos lábios, E tempestades no peito. Romantismo não tem lados Ama inteiro e sem jeito. Ergue castelos em sonhos, Faz do efêmero eternidade. Romantismo é a bobagem dos risonhos Instantes de fragilidade. Mas em suas nuances, Sem nem saber do que é capaz Crescem seus rompantes Desejo que não se desfaz. Onde o mundo se faz calculado, Ele entrega sem medida. Onde o medo ataca, acuado Ele contorna e entorna toda a vida. E quando vê a realidade Romantismo assoma: torna o amor a claridade, Num gesto abre a redoma Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 317 Ímpeto Não pede licença, não mede o chão. Ímpeto rasga o instante, feito espada e devoção. Surge na boca, arde nos passos, torna o risco menos ameaça e mais caminho. Ímpeto não se explica, não se adia, não se dobra. Ele é o gesto antes do pensamento, o salto antes da certeza, o voo antes do chão. E quando finda, deixa no tempo o sorriso de ter vivido, sem arrependimento. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
Público
#Dia 316 Revivessência No pilar do tempo, oculta e adormecida, Jazia a chama em brando esquecimento. Não morta, mas calada e retraída, A vida aguardava seu renascimento. Sem alarde, nem súbita explosão, Ergueu-se a brisa sobre a cinza fria. Revivessência é sutil combustão, Que acende o ontem com nova alquimia. No peito, a dor já não se faz domínio, Mas terra fértil onde o ser se fortalece. E o que era sombra torna-se caminho, Pois toda luz, do escuro, se engrandece. Assim ressurge a alma novo sentido Feita do pó, mas plena se refloresce Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 315 Templança Mantém-se firme entre o excesso e o nada, Não se exalta, tampouco se retrai. É chama branda, em lâmpada velada, Que ao menor sopro nem se apaga, nem subtrai. Templança habita o gesto, comedida, Modera o ímpeto, adia o clamor. É bússola de direção convertida, É mão serena no rumor do ardor. Não há poder que nela se alardeia, Nem voz que insista em além se impor Mas seu silêncio, ao fim, prevalecia Onde o alarde não sustenta o furor. Virtude antiga, rara e esquecida, Templança é adubo da alma sem cor. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 314 Desencanto Foi bonito mas por pouco. Brilhou demais pra durar inteiro. Desencanto não rasga, desfia. Não grita, abafa. É o sabor que se dissipa. O brilho que não acende de novo. Não é raiva, nem dor. É o depois. É o saber que se foi. Desencanto não reclama, mas desiste devagar. Como quem fecha os olhos, não pra dormir, mas pra não mais esperar. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 313 Alienação Ela não nega, mas não responde. Não fere, mas também não acolhe. Alienação é um vidro entre o gesto e o sentir. O mundo se move, e ela permanece intocada. Finge que escuta, repete palavras, imita presença. Mas por dentro há um vácuo entre cortinas. Não se trata de esquecimento, mas de escolha. Desligar-se é forma de seguir. É como respirar sem querer o ar. Alienação não chora, não briga, não grita. Mas também não volta. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 312 Redenção Não veio em raio, Nem ao som do trovão. Redenção chegou em silêncio, Na dobra exata Entre o erro e o perdão. Não apagou a queda, Nem se fez de uma cruz Mas deu-lhe a entrega Fez do abismo o a luz. Redenção não exige pureza, Exige presença. É o toque da água na ferida aberta, Da esperteza à sentença O que foi, não desfaz mas se transforma. Não apaga o alerta Ilumina a paz E quem a recebe não volta inteiro mas algo a mais do que era primeiro Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 311 Contrição Ajoelha-se de alma, não por medo, Mas por saber o que pesou demais. Contrição, o silêncio sem segredo, Que roga em luz por gestos ancestrais. Não clama alto, não exige alívio, Apenas curva o peito ao que lhe dói. É chama branda, algo sem ocrimívo, É aceitar que até o erro se constrói. No íntimo mais só, ela se desperta A face que não ousa se mostrar. Contrição, no âmago, descoberta De quem se vê e decide se encontrar Se há amor, se erra ou se acerta Se há fardo, só o tempo pode aliviar. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 310 Assombro Surgiu calado, à margem da vigília, Fez-se presença antes de ser vislumbre. Assombro vestiu na própria pele, a matilha Habitando a espreita que oculta o deslumbre. É lâmina fria que afaga e desconcerta, O brilho estranho em olhos sem memória. Não pede crença, apenas se desperta Como um sussurro herdado de mais uma história. Nem dor, nem júbilo, um contente espanto, Um passo hesita, a alma, enfim, suspende, Mistura rara de temor, sabor e encanto. O tempo cede ao que jamais se entende. Assombro é o limiar entre o riso e o pranto. A sombra onde reluz o que nos surpreende. Eder B. Jr.
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@MarU · há 1 ano
□ buuuuu
Traduzido automaticamente do inglês.
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👻 buuuuu
@tiagoandreatto · há 1 ano
Assombroso esse poema 😁
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@literunico há 1 ano
Público
#Dia 309 Rejeição Negou-se (três vezes?) em voz sutil e decidida, Um gesto padrão, quase distraído. Mas fez do sim a porta recolhida, Do afeto um fim não acolhido. O riso emudeceu, fugiu do rosto, Restou silêncio em cada intenção. Rejeição não precisa de desgosto, Só da ausência moldando a negação. E mesmo sem palavra ou despedida, Ela marca o chão, deixa o sinal: O vazio de uma oferta não recebida, O peso de um desprezo sem igual. Não foi não e não foi dito Fiicou no ar sem som sem volta sem aviso Mas caiu Toque sem pele, o nome sem boca O sim que morreu no antes. O tempo que não estende fases. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
Público
#Dia 308 Arrebatamento Chegou qual vendaval sem advertência, Trazendo o fôlego em contravenção. Desfez da calma, sua tênue resistência, E impôs-se ao pulso tal exaltação. O olhar perdeu-se em luz vertiginosa, A fala cedeu à combustão do afeto. Arrebatada a mente tumultuosa, Qual lâmina de ardor em peito aberto. Não fora amor, tampouco só delírio, Mas algo entre o excesso e o esplendor. Um êxtase que, sendo quase empírio, Roubou uma alma e a devolveu com cor. E ao fim, jazendo brando, exaurido Restou-lhe apenas sombras da dor. Eder B. Jr.
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@MarU · há 1 ano
Ual! 🤌 Que poema, meus amigos… Ual! 👏👏👏❤️
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