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@gustavo_rossetti há 1 dia
Público
Um dos livros que mais marcaram a minha adolescência foi “O Estrangeiro”, do escritor, filósofo e jornalista franco-argelino Albert Camus. Publicada no Brasil pela Editora Record, comprei a minha edição na Feira do Livro da Unesp. A obra, lançada em 1942, acompanha Meursault, um homem comum que vive em total indiferença ao mundo. O romance explora com maestria o conceito do absurdo e a falta de sentido da existência. No tribunal, o protagonista acaba sendo julgado por essa apatia afetiva, e não “apenas” pelo crime que cometeu. É um clássico que atravessou gerações e que, ao contrário de Meursault, não deixa nenhum leitor indiferente. A obra conta com duas adaptações marcantes para o cinema. A primeira, de 1967, foi dirigida pelo mestre italiano Luchino Visconti (de O Leopardo, Rocco e Seus Irmãos e Morte em Veneza) e estrelada por ninguém menos que Marcello Mastroianni, um dos meus atores favoritos. A segunda é a versão recente de 2025, que esteve em cartaz há poucas semanas. Filmada em um belíssimo preto e branco, traz Benjamin Voisin no papel principal e tem a direção de François Ozon — cineasta que admiro muito e responsável por títulos como Jovem e Bela, Verão de 85, Dentro de Casa, 8 Mulheres e Swimming Pool: À Beira da Piscina, entre outros. Vocês já leram o livro ou assistiram aos filmes? O que acharam? Até mais!   #literatura #gugalê #livros #leitura #dicasdelivros

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